Em requerimento, vereador cobra por demolição de imóveis na Vila Oliveira
A Câmara aprovou por unanimidade, durante reunião plenária dessa segunda-feira (9), o requerimento nº 41/2026, de autoria de Wellington Neim (PP). Ele solicita à Prefeitura informações sobre as providências para a demolição de imóveis em estado de abandono na rua Desembargador Paula Mota, no bairro Vila Oliveira.
O vereador questiona quais medidas já foram adotadas ou estão em andamento para que seja feita a demolição das casas, além de solicitar previsão para a execução do serviço.
De acordo com o documento, moradores da região relatam que os imóveis foram parcialmente destruídos por enchentes ocorridas há vários anos. Na ocasião, os moradores foram realocados e as casas ficaram sob responsabilidade do município, porém a demolição ainda não foi realizada.
Atualmente, segundo relatos da comunidade, os imóveis acumulam sujeira e têm atraído roedores, além serem utilizados por usuários de drogas, o que gera preocupação e transtornos para quem vive nas proximidades.
Durante a votação do requerimento, Neim destacou a situação enfrentada pelos moradores e reforçou a necessidade de uma solução definitiva para o problema.
“São casas que foram afetadas pela enchente que devastou a comunidade da Vila Oliveira. Essas casas foram totalmente invadidas, destruídas. As pessoas foram até alocadas para outros locais e, com isso, as casas estão sob a responsabilidade da Prefeitura e estão de pé. As pessoas estão usando lá como ponto de droga. Gostaria de reafirmar aqui que, há dois meses, foi feita uma limpeza no local pelos agentes da Prefeitura, tirou esses usuários de drogas de lá, porém os lugares são usados totalmente para fins indevidos”, afirmou.
Requerimento
O requerimento é um documento previsto no Regimento Interno da Câmara que dá aos vereadores a prerrogativa de, após aprovação do plenário, solicitar formalmente da Prefeitura informações de interesse público. A Lei Orgânica Municipal estabelece que a Prefeitura deve prestar as informações em até 15 dias, e considera como infração político-administrativa a recusa, o não atendimento no prazo previsto ou a prestação de informação falsa.
O vídeo da reunião plenária de 9 de março de 2026 está disponível na página da Câmara no Facebook e no canal no YouTube.